quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

sexta-feira, 13 de fevereiro de 2009

Camões e o Amor...

História de S. Valentim


Segundo a versão mais conhecida a comemoração teria se originado na Roma antiga, no século III.

O padre Valentim lutou contra as ordens do imperador Cláudio II, que proibira o casamento durante as guerras acreditando que os solteiros eram melhores combatentes.

Além de continuar celebrando casamentos, ele casou-se secretamente, apesar da proibição do imperador. Não querendo renunciar ao Cristianismo, Valentim foi condenado à morte. Enquanto aguardava na prisão o cumprimento da sua sentença, ele apaixonou-se pela filha cega do carcereiro e, milagrosamente, devolveu-lhe a visão.

Antes de partir, Valentim escreveu-lhe uma mensagem de adeus, na qual assinava “Seu Namorado”.

Considerado mártir pela Igreja Católica, a data de sua morte - 14 de Fevereiro - também marca a véspera de lupercais, festas anuais celebradas na Roma antiga em honra de Juno (deusa da mulher e do matrimónio) e de Pã (deus da natureza). Um dos rituais desse festival era a passeata da fertilidade, em que os sacerdotes caminhavam pela cidade batendo em todas as mulheres com correias de couro de cabra para assegurar a fecundidade.

Outra versão diz que no século XVII, ingleses e franceses passaram a celebrar o dia de São Valentim como a união do Dia dos Namorados. A data foi adoptada um século depois nos Estados Unidos, tornando-se o Valantine´s Day.

Na Idade Média, dizia-se que o dia 14 de Fevereiro era o primeiro dia de acasalamento dos pássaros. Por isso, os namorados da Idade Média usavam esta ocasião para deixar mensagens de amor na soleira da porta da amada.(in Web)


terça-feira, 10 de fevereiro de 2009

Influência da Eneida, de Virgílio, em Os Lusíadas

Eneida

Os Lusíadas


Canto as armas e o varão

(Livro I, Proposição, 1)

As armas e os barões assinalados (Canto I, Proposição, est.1, v.1)

Que eu canto o peito ilustre lusitano

(Canto I, Proposição, est.3,v.)


Ó musa, recorda-me as causas

(Livro I, Invocação, 8)

E vós Tágides minhas

(Canto I, Invocação, est.4, v.1)

Dai-me agora um som alto e sublimado

(Canto I, Invocação, est.4, v.5)

Apenas (os troianos) alegres, fora da vista da terra siciliana, largavam as velas para o alto mar e como bronze da proa sulcavam as espumas da água salgada, quando Juno…

(Livro I, Narração 34)

Já no largo oceano navegavam/as inquietas ondas apartando

(Canto I, Narração, est.19, vv.1,2)

Quando os deuses no Olimpo luminoso…

(Canto I, Narração, est.20, v.1)

Ó rainha, mandas-me renovar

Uma dor inenarrável, como os gregos destruíram o poder de Tróia

(Livro II, narração, 1)

Mandas-me, ó rei, que conte declarando/ de minha gente a grão genealogia

(Canto III, Narração, est.3, vv.5,6)

Sabias que?

Os Lusíadas têm 250470 caracteres, distribuídos por 55433 palavras, em 8816 versos, agrupados em 1102 estrofes, distribuídas por 10 cantos?